O Tratado de Chaumont foi um cessar-fogo proposto pelos membros da Sexta Coligação a Napoleão em 1814.
Após encontros em fevereiro de 1814, os representantes do Império Austríaco, Reino da Prússia, Império Russo e Império Britânico combinaram uma reunião em Chaumont a 1 de Março. O resultado foi a assinatura de um tratado pelo czar Alexandre I da Rússia, com Klemens Wenzel von Metternich, Francisco I da Áustria, Frederico Guilherme III da Prússia e o secretário de estado dos Negócios Estrangeiros Robert Stewart, visconde de Castlereagh. O Tratado propunha que Napoleão entregasse todos os territórios por ele conquistados, ficando as fronteiras da França tal como eram antes das Guerras revolucionárias francesas, em troca de um cessar-fogo. Se Napoleão rejeitasse o tratado, os Aliados continuariam o conflito; Napoleão não aceitou o tratado.
O Tratado O Tratado de Chaumont previa um pacto de 20 anos entre os quatro membros; a não assinarem qualquer outro tratado, convenção ou pacto separadamente com a França; e a continuar o conflito até à vitória (Art. II). No caso em que uma das partes fosse ameaçada pelo exército francês, as outras três nações juntar-se-iam para dar o apoio necessário com um corpo de homens cada uma. Pela sua situação geográfica, os Britânicos estavam comprometidos a ajudar financeiramente (Art. IX). Para reforçar os laços entre as quatro nações, o pacto é assinado separadamente com cada uma das outras nações signatárias.
Bibliografia / Tratado de Chaumont em British and foreign state papers, vol.I, 1841 - Google Books (p. 121 - p. 129 Pacto de Chaumont (9 de março de 1814) Chandler, David. Dictionary of the Napoleonic wars. Wordsworth editions, 1999. G. F. de Martens, Nouveau recueil de traités depuis 1808, tome I, éditions Gottingen, 1824, p.683
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