Jenipapo é uma mancha azul-negra nas nádegas ou na cintura tida como indicativa de mestiçagem.
Disso também deriva a expressão fidalgo de jenipapo ironizando com os mulatos ricos do tempo do Império.
A expressão foi usada por Gilberto Freyre no parágrafo que inicia o segundo tomo da obra "Casa-Grande & Senzala", capítulo IV "O escravo negro na vida sexual e de família do brasileiro":
Ligações externas
Excertos do Folclore da Alimentação de Luís da Câmara Cascudo Excertos de Casa Grande e Senzala
Categoria:Folclore do Brasil