Rejanne Fogo Puro (Duque de Caxias, 4 de outubro de 1967 – Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2026) foi uma cantora, compositora e instrumentista brasileira de música cristã contemporânea, ligada ao movimento religioso pentecostal.
Reconhecida pela interpretação de corinhos de fogo, caracterizados por cânticos espirituais intensos, adoração espontânea, repetição de refrões e valorização da experiência de avivamento nas igrejas.
Biografia Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, estado do Rio de Janeiro, Rejanne Fogo Puro atuou como sambista na escola de samba Grande Rio antes de sua conversão ao cristianismo, aos 19 anos. Iniciou o ministério ainda jovem, consolidando uma trajetória de mais de três décadas na música cristã contemporânea. Congregava na Assembleia de Deus em Madureira (Nação Madureira), onde também liderava o Projeto Mulheres Guerreiras.
Consolidou-se como uma das vozes associadas aos chamados “corinhos de fogo”, repertório difundido em igrejas pentecostais no Brasil. Ao longo de sua trajetória, integrou o casting da gravadora Celebrai Music.
Ao longo da carreira, lançou canções que se tornaram populares em igrejas e no meio gospel, entre elas “Continue Dando Glória”, “Mulheres Guerreiras”, “Jericó Vai Cair”, “Cadê os Pentecostais?” e “Quem Tem, Tem”.
Suas composições e interpretações tiveram ampla difusão em rádios gospel, plataformas digitais e redes sociais, destacando-se pelas mensagens de fé e superação.
Em 2020, Rejanne lançou o projeto Fire Session – Corinhos de Fogo, reunindo regravações de seus maiores sucessos dos CDs anteriores.
Em 2021, relatou publicamente ter se recuperado de um tumor cerebral, episódio frequentemente mencionado como testemunho em seu ministério.
Com mais de 30 anos de carreira, sua discografia contou com um DVD ao vivo intitulado Rejanne Fogo Puro & Amigos, gravado na Igreja Batista da Fé, além de vários CDs lançados de forma independente e pelo selo da Celebrai Music.”
Doença e morte Em dezembro de 2025, recebeu diagnóstico inicial de infecção intestinal. Após a persistência das dores, exames complementares identificaram um tumor no pâncreas. A cantora permaneceu internada por mais de um mês em um hospital no Rio de Janeiro, onde seu quadro clínico se agravou.
Morreu na tarde de 21 de fevereiro de 2026, aos 58 anos, em decorrência de complicações de câncer no pâncreas. Foi sepultada no Cemitério Memorial do Rio, no Rio de Janeiro.
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