Jimmy Savile: A British Horror Story (no Brasil: "Segredos e Crimes de Jimmy Savile") é um documentário em duas partes da Netflix lançado em 6 de abril de 2022. Aborda a vida e a carreira do apresentador de televisão britânico Jimmy Savile, seu histórico de abuso sexual e o escândalo que ocorreu após sua morte em 2011, quando inúmeras denúncias foram feitas sobre seu comportamento.

Entrevistados Além de colegas, associados e vítimas de Savile, algumas das figuras públicas entrevistadas para a série incluem:

Lynn Barber – jornalista Ian Hislop – editor da Private Eye e participante do programa Have I Got News for You Mark Lawson – crítico televisivo Martin Young – repórter televisivo Meirion Jones – jornalista investigativo Roger Ordish – produtor da BBC do programa Jim'll Fix It Dominic Carman – jornalista Robin Butler – funcionário público e secretário particular da primeira-ministra Margaret Thatcher Alison Bellamy – jornalista e biógrafa de Savile Selina Scott – jornalista televisivo Marjorie Wallace – jornalista investigativa e fundadora da organização beneficente SANE Carine Minne – psicoterapeuta forense Andrew Neil – editor de jornal, jornalista e entrevistador de televisão Samantha Brown – sobrevivente de Jimmy Savile

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Recepção No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 86% das 14 críticas são positivas, com uma classificação média de 7,00/10. O consenso do site diz: "Traçando a ascensão e queda da persona pública de Jimmy Savile, A British Horror Story é um exame arrepiante de como uma nação se encantou por um monstro que se escondia à vista de todos."

Em sua crítica para o The Independent, Louis Chilton afirmou: "O documentário em duas partes da Netflix é um retrato habilidoso e, por vezes, devastador da vida perversa de Savile, mas o tema se mostra espinhoso demais para o tratamento padrão de true crime." Carol Midgley, do The Times, disse: "... como todos os documentários sobre esse pervertido repugnante, é desagradável de assistir. Isso não se deve apenas aos detalhes macabros, como Savile rotineiramente enfiando os dedos nas vaginas de meninas e prometendo a adolescentes problemáticas viagens aos estúdios da BBC em troca de sexo oral. Também é desconfortável porque, como sabemos, a nação louvou, idolatrou e até mesmo condecorou um pedófilo psicopata."

Escrevendo na Radio Times, Jane Garvey disse: "Eu era estudante na década de 1980 e todos nós 'sabíamos' sobre ele. Sempre havia rumores. Alguns pareciam vagamente plausíveis, embora desagradáveis; outros soavam bastante bizarros e certamente impossíveis... Na verdade, todos se provaram verdadeiros. Até mesmo as coisas mais absurdas." John Doyle, do Globe and Mail, escreveu: "Ao assistir a esta produção extremamente minuciosa e detalhada, não se sente aquela vaga apreensão que acompanha outras séries documentais sobre crimes reais. Em vez disso, você chega a isso já perturbado pelo conhecimento da enorme dimensão de seus crimes, e com conhecimento de sua fama e reputação na Grã-Bretanha."

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